Barragem da Vale se rompe em Brumadinho e causa outro colapso ambiental em MG

Uma barragem da mineradora Vale se rompeu nesta sexta-feira (25) em Brumadinho, Minas Gerais, e causou mais um desastre ambiental de enormes proporções.

VEJA COMO AJUDAR AS VÍTIMAS EM BRUMADINHO

Segundo informações dos moradores que conseguiram sobreviver ao colapso da barragem, há relatos de animais humanos e não-humanos soterrados pelo mar de lama. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil estão no local e realizam buscas. Moradores da região mais baixa da cidade estão sendo retirados.

No começo da tarde, o chamado dos bombeiros tratava de uma barragem de rejeitos e que haveria um considerável número de vítimas. Informações iniciais são de 200 pessoas desaparecidas na região, entre funcionários da Vale, moradores e turistas.

Há três anos, o rompimento da barragem da Samarco em Mariana, Minas Gerais, causou o maior desastre ambiental do país, deixando dezenas de humanos mortos, um número incerto de animais soterrados e a chamada morte do Rio Doce.

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Doria veta PL que determinava identificação de produtos de origem animal em supermercados

Após muitas discussões na Assembleia Legislativa de São Paulo para ser aprovado no ano passado, o governador do estado, João Doria (PSDB), vetou integralmente o projeto de lei de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PRP), que obrigaria às empresas a identificarem nas gôndolas de supermercados os produtos e seus componentes de origem animal e se os mesmos também foram testados em animais.

Caso fosse sancionado, os estabelecimentos comerciais do estado indicariam, em destaque nas gôndolas, uma das seguintes expressões, dependendo do caso: “produto de origem animal” ou “componente do produto de origem animal” ou “produto testado em animal” ou “componente do produto testado em animal” ou “produto produzido a partir de teste em animal” ou “componente do produto produzido a partir de teste em animal” ou “produto contendo resquícios de ingredientes de origem animal”.

O projeto de lei 684/2018 foi aprovado em 12 de dezembro de 2018, ainda na gestão do ex-governador Marcio França (PSB), mas foi vetado apenas no último dia 17 de janeiro pela atual gestão tucana. Segundo o autor do PL, a proposta daria mais transparência para os consumidores, já que é dever do Estado promover a educação sobre a alimentação da população, atendendo aos princípios da informação e da dignidade da pessoa humana garantidos na Constituição da República.

Luisa Mell e ativistas flagram cenas de crueldade em abatedouro de porcos em SP

Ativistas pelos direitos dos animais realizaram uma ação em um abatedouro de porcos em Carapicuíba, Grande São Paulo, e flagraram imagens perturbadoras de maus-tratos e extrema violência contra os animais que são vítimas da indústria pecuária. Nas filmagens e captação de áudios, é possível ouvir os gritos das vítimas, que estavam amontoadas dentro do veículo de transportes.

Por volta das 3:30 de sábado (19), alguns representantes de Organizações Não-Governamentais e protetores dos animais, como Luisa Mell e Beatriz Silva, chegaram à entrada do Frigorífico Rajá. Ainda do lado de fora, era possível ouvir os gritos dos animais que estavam dentro de um caminhão que ingressou um pouco antes dos ativistas no local. Segundo os presentes, os funcionários estavam agredindo os porcos para saírem do veículo, uma prática comum.

Segundo informações disponibilizadas pela Prefeitura de Carapicuíba e por serviços de informação, o abatedouro Rajá se encontra em região de perímetro urbano, na Avenida Francisco Pignatari, o que é proibido por lei, denunciam ativistas. Aos prantos, as pessoas ofereciam água aos animais que apresentavam sinais de sede. É possível ver nos vídeos alguns porcos sangrando.

Em 2015, um grave acidente no Rodoanel, em São Paulo, deixou dezenas de animais mortos após a carreta que transportava porcos do abatedouro Rajá tombar na rodovia. Alguns sobreviventes foram resgatados e adotados por um Santuário em São Roque, interior de São Paulo.

Ativistas em frente ao Frigorífico Rajá, em Carapicuíba. (Foto: Reprodução/Luisa Mell)

Prometida para os ruralistas, Bolsonaro retira a demarcação de terras indígenas e quilombolas da Funai

Como uma das primeiras medidas tomadas pelo recém-empossado presidente, Jair Bolsonaro (PSL), o Ministério da Agricultura agora é responsável por identificar, delimitar e demarcar terras indígenas e quilombolas, funções que eram atribuídas até então pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

A campanha do presidente foi fortemente impulsionada por ruralistas que exigiam “facilidades” no novo governo, que prontamente atendeu aos pedidos, colocando em risco a existência dos órgãos de proteção aos povos históricos. A pasta da Agricultura também recebe o Serviço Florestal Brasileiro, antes vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, que gerenciava a proteção, a ampliação da cobertura florestal e incentivos de práticas sustentáveis nos territórios brasileiros.

A líder ruralista do governo e atual ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM-MS), vai comandar um forte processo de desmonte das conquistas de preservação asseguradas nos últimos anos no Brasil.

Vereador diz ter provas de que outro funcionário do Carrefour envenenou cão

O vereador de Osasco, Ralfi Silva, afirmou há pouco ter provas de que outro funcionário participou da morte da cachorra Manchinha no supermercado Carrefour.

Segundo o vereador, um funcionário, que não teve a identidade revelada, teria oferecido mortadela com veneno para o animal, enquanto o segurança da loja teria de fato espancado a cachorra com uma barra de alumínio.

Em breve teremos mais informações.

Brasil ganha ‘prêmio’ crítico na ONU por falas de Bolsonaro em descumprir compromissos ambientais

Na última quarta-feira (5), durante a COP-24 do Clima, conferência da ONU que reúne diversos países que debatem assuntos ambientais, o Brasil recebeu um “prêmio” crítico pelas recentes falas do presidente eleito, Jair Bolsonaro, em descumprir os acordos climáticos firmados pelo país nos últimos tempos.

Junto com a Arábia Saudita, o Brasil ficou em primeiro lugar na votação que reuniu mais de mil ONGs ambientais e recebeu o “Fóssil do Dia”, uma crítica aos países que estão “travando” ou se posicionando contrários aos acordos ambientais firmados na Cúpula de Paris. Esta é a primeira vez que um presidente recebe o “prêmio” antes de ser empossado em seu país.

Em novembro deste ano, Bolsonaro disse que o Brasil não vai sediar a COP-25, a mais importante conferência do clima no mundo. Durante a campanha eleitoral, o presidente eleito disse que vai retirar o país do Acordo de Paris, assim como fez Donald Trump com os EUA.

Quase 2 milhões assinam abaixo-assinado pedindo justiça por cão morto no Carrefour

Após a divulgação da morte brutal de uma cachorra que estava abandonada na unidade de Osasco da rede de supermercados Carrefour, internautas se mobilizaram para assinar um abaixo-assinado pedindo por justiça e prisão para os culpados. Até às 20h50 (horário de Brasília) desta quarta-feira (5), a petição já tinha mais de 1,8 milhão de assinaturas. Ativistas pelos direitos dos animais marcaram para o próximo sábado (8), a partir das 15h (horário de Brasília), um protesto na loja onde o caso aconteceu para cobrar a investigação sobre o assassinato do animal. Clique aqui para assinar o abaixo-assinado.

Vídeos mostram segurança do Carrefour perseguindo cão com barra de alumínio

Vídeos divulgados pela ativista pelos direitos dos animais Luisa Mell em sua conta no Instagram mostram a cachorra que estava no supermercado Carrefour, de Osasco, sendo perseguida por um segurança do estabelecimento com uma barra de alumínio.

As imagens foram cedidas pelo supermercado e estão sob análise da Polícia. Em um dos vídeos, é possível ver o homem afugentando o animal para fora do supermercado, em seguida, o mesmo homem aparece com uma barra de alumínio nas mãos enquanto o cão, assustado, tenta fugir dos golpes.

A Polícia informou que espera que as testemunhas que presenciaram as agressões compareçam à delegacia para depoimento. Ativistas que conversaram com funcionários no dia 30 de dezembro, alegam que os mesmos confirmaram que o segurança agrediu o animal e denunciaram ainda um possível envenenamento.

O corpo da cachorra foi cremado, já que não foi realizado Boletim de Ocorrência por maus-tratos nas primeiras 24 horas do ocorrido. O Carrefour alegou anteriormente que o animal foi vítima de atropelamento.

ATENÇÃO: IMAGENS FORTES QUE APRESENTAM VIOLÊNCIA FÍSICA E PODEM CAUSAR ESTRESSE EMOCIONAL

Artistas fazem desenhos emocionantes em homenagem a cachorro morto em supermercado

A morte de um cachorro dentro do supermercado Carrefour, em Osasco, na última quarta-feira (28), gerou uma onda de indignação na internet e na loja onde o animal morreu, ocasionando uma forte mobilização de boicote à rede. O assunto figurou entre os mais comentados do Twitter e Facebook durante toda a segunda-feira (03).

Com tamanha comoção, internautas se pronunciaram cobrando justiça e pedindo seriedade nas investigações. Artistas e defensores dos animais publicaram ilustrações em homenagem ao animal, algumas com críticas sobre especismo e falta de empatia com outras espécies que também são mortas diariamente com muita crueldade.

O design gráfico Guilherme Giorgiani publicou uma ilustração em suas redes sociais criticando a indiferença de quem se comoveu com a história da cachorra morta no supermercado, mas não se comove com vacas e porcas, por exemplo, que são mortas pela pecuária.

“O intuito é querer que as pessoas que se comoveram com o cachorro também passem a se comover com outras espécies de animais”, disse o artista em sua página no Facebook.

O tatuador Geraldo Felício, também comovido pela morte do inocente animal, fez uma ilustração e está emocionando internautas pela delicadeza transmitida. O desenho foi baseado em uma imagem da cachorrinha, ainda viva, que “posou” para uma foto com as patas cruzadas.

O crime já teve o inquérito aberto e está sendo investigado plea Polícia Civil. A pena para maus-tratos animais é de três meses a um ano de prisão e multa. Em caso de morte do animal, a punição pode ser aumentada em até um terço.

Um abaixo-assinado foi criado pedindo por justiça ao cachorro. Em poucas horas, ele já conta com mais de 360 mil assinaturas.

Abaixo-assinado pede justiça pelo cachorro morto em Osasco e já conta com 800 mil assinaturas

Após a divulgação da morte brutal de um cachorro que estava abandonado na unidade de Osasco da rede de supermercados Carrefour, internautas se mobilizaram para assinar um abaixo-assinado pedindo por justiça e prisão para os culpados.

Até às 20h50 (horário de Brasília) desta terça-feira (4), a petição já tinha mais de 817 mil assinaturas. Ativistas pelos direitos dos animais marcaram para o próximo sábado (8), a partir das 15h (horário de Brasília), um protesto na loja onde o caso aconteceu para cobrar a investigação sobre o assassinato do animal.

Clique aqui para assinar o abaixo-assinado.