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Morre último rinoceronte-branco do norte macho do planeta

Com apenas duas fêmeas ainda vivas, a morte de Sudan significa a inevitável extinção da sua subespécie


A saúde de Sudan havia piorado nas últimas semanas. (Foto: Reprodução/ The Ol Pejeta Conservancy)

Sudan passou parte da vida protegido dos caçadores por guardas armados em uma reserva no Quênia. Junto ao último exemplar macho ainda existente da sua subespécie estavam as duas fêmeas rinocerontes-brancos do norte que também sobreviveram às cruéis caças.

Os rinocerontes foram quase extintos já no final do século XX, em consequência da caça dos animais. A forte demanda pela extração do chifre de rinocerontes para a medicina tradicional chinesa e o mercado ilegal foi o principal fator que ocasionou a caça e morte deles.

Quatro rinocerontes, dois machos e duas fêmeas, foram levados na década de 1970 para um zoológico na República Tcheca e devolvidos em 2009 para a reserva de Ol Pejeta, no Quênia, na tentativa de que eles procriassem em condições similares a seu habitat natural. O que não aconteceu.

A possível extinção da subespécie foi anunciada em 2014 com a morte do seu companheiro Suni, o outro exemplar macho de rinoceronte-branco do norte. Restam hoje as duas últimas fêmeas da subespécie que poderão ser submetidas a processos de fertilização artificial.

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