Stephen Hawking deixa um importante legado para os animais

Uma das personalidades mais importantes da humanidade, o gênio da Física faleceu na madrugada desta quarta-feira (14), aos 76 anos

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O físico falou das possibilidade. (Foto: Reprodução/Infobae)

Conhecido mundialmente por suas pesquisas sobre buracos negros e a origem do universo, o aclamado físico britânico Stephen Hawking morreu aos 76 anos em sua residência na Inglaterra. O seu trabalho foi muito além da física e da cosmologia, tratando sobre assuntos como meio ambiente e reconhecimento da consciência em animais não humanos.

Hawking possuía esclerose amiotrófica, uma doença degenerativa que limitava os seus movimentos, mas que preservou a sua capacidade intelectual. Na época em que foi diagnosticado com a doença, os médicos lhe atestaram apenas mais três anos de vida. O que ele futuramente mostrou ser um equívoco.

Em uma convenção na Universidade de Cambridge, Reino Unido, com a presença de importantes cientistas, incluindo Hawking, foi assinada a Declaração de Cambridge, que fala sobre particularidades em animais humanos e não-humanos, afirmando que ambos possuem substratos neurológicos que geram consciência.

O seu parceiro de pesquisa, o neurocientista Philip Low, continua o trabalho que iniciou em conjunto com Hawking, onde disserta e problematiza sobre a ética da ciência ao saber do grau de consciência dos animais, mas que continua os tratando como objetos em estudos.

O texto completo da Declaração pode ser consultado no site da “The Francis Crick Memorial Conference

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